quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tiram-me a voz, tiram-me tudo

Não, nem é no sentido figurado. É que tagarelas como sou, ficar sem voz significa ficar um dia inteiro sem falar, sem dar as minhas opiniões (e tenho tantas!!), sem partilhar o que estou a sentir. E estou num momento muito significativo da minha vida e a modos que não me dá mesmo jeito nenhum ficar afónica. Maldito seja este frio e este vento e o ter de andar de transportes. Vá, agora devolvam-me a voz que tenho muito pra dizer. Senão começo a gritar.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Tu

Se eu pudesse, escolhia parar o tempo só para sentir os teus olhos pousados nos meus. Ou fazia magia só para tornar a segunda em sexta, todas as semanas. Na impossibilidade, recordo os dias, as noites. Recordo-te a ti, e tudo aquilo que fazes. Os arrepios na espinha e as borboletas na barriga, os beijinhos e os pedidos de desculpa por não estares presente. Mas estás. Todos os dias e a toda a hora. 


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Venham morar cá pra casa, vá lá!!!


O tempo outra vez

Pois é, isto do tempo vai andando sem dar nas vistas. É que assim de repente, ainda ontem era Verão e agora já é quase Natal, já estou quase a ir para estágio, já tenho carta há quase um ano, já quase que passou uma vida e não dei por nada. Fui ver um filme que me pôs a pensar mais do que estava à espera. E saí de lá a saber uma coisa que já tinha percebido mas que raramente punha em prática: o tempo não volta atrás, muito menos temos uma segunda oportunidade para causar uma primeira boa impressão. Portanto, meus senhores, é acordar e pensar no dia, não como se fosse o último senão a gente enlouquecia e andávamos para aí feitos totós a cometer todos os erros que não cometemos, mas sim como se fosse o melhor das nossas vidas. Somente o melhor. Rir às gargalhadas perante uma adversidade, não é muito plausível eu sei, mas tentar vê-la por outro ponto de vista, fugindo ao mesmo registo de sempre, o pessimista. Ou aproveitar mesmo bem uma conversa rápida, ou responder com um sorriso, sempre. Torna tudo mais fácil, mesmo que não o seja. E é tentar levar avante, sempre com o intuito de sermos bem sucedidos, e felizes. Acima de tudo, felizes. Boa?


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Realização pessoal, ou qualquer coisa do género

Os obstáculos somos nós que os criamos. À nossa realização pessoal, digo. Somos nós, pela preguiça, pelo medo de sair da zona de conforto, pelo conformismo. Sobre o tempo já nem falo, porque esse vamos desencantá-lo em qualquer canto, e cada vez mais me convenço disso. Agora, ter vontade de criar, de reinventar e dar mais daquilo que somos, isso já é mais difícil. Achamos nós. É só uma mentalidade, um estado de espírito. E por ser só uma mentalidade e um estado de espírito, é que é bem fácil de moldar. Moldar ao nosso e ao gosto dos outros. Porque é assim que passa a fazer sentido: quando, fazendo para e pelos outros, estou a fazer para mim. 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Yes, this is a cult

Na vida, há prioridades que se vão invertendo. Tenho que aprender a valorizar o meu curso em vez de ir madrugar para a frente do pavilhão atlântico, qual adolescente de 13 anos. Mas continuo a ter uma noite mal dormida, continuo a ter os nervos à flor da pele, mesmo quando já sei aquilo que me espera. Há coisas que não mudam, mesmo quando já se começa a tornar hábito isto de estar presente em todos os concertos. Meus senhores, continuem a voltar, que eu continuarei a estar presente. Aqui vamos nós.
 
 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

When you believe it ❤

Ultimamente não tenho tido disponibilidade mental para tomar consciência da maravilha que é esta vida. Perdemos metade do tempo do nosso dia a refilar do sono, da falta de vontade para a aula, da fome, do que temos para estudar e daquela pessoa que não gostamos mesmo nada. Queixamo-nos de tudo, e por tudo (e às vezes por nada). Mas mesmo exausta, com o mesmo sono, com a mesma fome e com a mesma quantidade de páginas para estudar, parei. Parei, sentei-me e pensei. Fiz um esforço pequenino, nem era preciso mais, e tornei claro na minha cabeça que, depois de todo o desastre, todas as nuvens no céu, talvez, venha lá, bem longe, uma pontinha de céu azul. Nada dura para sempre, nem mesmo aquilo que é mau. E tal como a remodelação desta casa onde vivo, também a nossa vida, ainda que devagar, se vai compondo aos poucos. E é isso que tenho que levar comigo para todo o lado. Esperança. Isso e todas as coisas maravilhosas que sempre tive ou que acabaram por surgir na minha vida. E mandar um gigante obrigada por tudo. Sinto-me extraordinariamente abençoada.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Olha!

Pois é! Todos me perguntam "então nunca mais escreves?", "para quando o livro?". Não me esqueci de nada, nem tem sequer a ver com falta de tempo (arranjam-se sempre uns minutos). Mas pronto, o amor faz destas coisas e desencaminha-me! Em breve, fofinhos, em breve...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A maior energia, é a minha!!!

Não sou diferente de ninguém. Quando o meu despertador toca às seis e picos também digo muitas asneiras e tenho vontade de fazer cair sobre ele um carrilhão de coisas passíveis de o destruir. Também tenho a tentação de me virar para o outro lado e decidir que nesse dia não vou para a faculdade. Hoje foi um dia assim, terrível. Ainda para mais com o tempo que estava quando abri a janela. Mas aquilo que me separa dos que ficam na cama, é mesmo uma força de vontade indescritível, para ir ao encontro das cadeiras fofinhas daquele laboratório, das amigas e professoras, que acabam por tornar "só mais um dia", num dia bom. E para melhorar, ainda me encho de coragem quando chego a casa para retomar as minhas corridas, que ainda há vestígios das pouquíssimas bolas de berlim e gelados que comi neste Verão. E há mais! Trezentos e cinquenta e sete livros em cima da secretária, novinhos e prontinhos a serem desfolhados e rabiscados e coiso. E a festa logo a noite, pois. Assumo, ainda só estou na terceira semana e já preciso de férias, mas está a ser extraordinário. Por tudo e por todos. Pode ser assim até chegar ao quarto ano? Vá lá, vá lá!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Smart? Por alguma razão

Não senhores, não precisam de continuar a ser uns queridos e a buzinar a torto e a direito para me avisar que as luzes do meu carro ficaram acesas. Não precisam porque o meu carro é extraordinariamente inteligente e por um período de tempo mantém tudo ligado, diz o senhor que mo vendeu que era "para a menina ver o caminho até a porta de casa". É só isto. Tenho um carro fofo e lindo e que me facilita muito a vida.

domingo, 1 de setembro de 2013

Post it



Tudo tem um sabor. E o fim do dia é delicioso.

O Verão ainda não acabou


O calor continua, os dias quentes e a praia ao final do dia, depois de um dia de trabalho junto de tantas pessoas de que se gosta também continuam. Um ritmo diferente que começa, mais apressado, mais exigente, mas que ainda assim traz tantas coisas boas, porque afinal de contas, o Verão ainda não acabou... 
Um bom mês que começa, devagarinho, e que nos faz apaixonar um bocadinho mais por esta felicidade que nos acolhe.

sábado, 31 de agosto de 2013

Right?

Podemos errar uma, duas ou até três vezes. Erramos repetidamente para ter a certeza de que não estamos a seguir o caminho certo, ou pelo menos não aquele que delineámos para nós próprios. Erramos connosco, erramos com as pessoas que escolhemos para ter ao nosso lado, erramos em variadíssimas situações. Mas há-de chegar o dia em que simplesmente deixamos de o fazer. Optamos por um caminho diferente, sem grandes expectativas para evitar iguais desilusões. Um que nos sirva naquele momento exacto, porque é daquilo que precisamos. E talvez até nos surpreendamos, talvez até sejamos mais felizes do que algumas vezes imaginámos, só porque não houve planos, não houve regras. Houve apenas um olhar, um encruzilhar de emoções que não se conseguiram conter. E foi isso que aconteceu.

domingo, 25 de agosto de 2013

Pois

Saudade|au ou a-u| 
(latim solitas, -atis, solidão)
s. f.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que alguém se vê privado.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Como é que sobrevivi?

Ainda hoje não sei muito bem, mas as pessoas adaptam-se. Posso muito bem ser a princesa cá de casa num dia e, no outro, trocar a minha cama real por uma tenda real e acampar durante uns dias longe do mundo. Foi uma adaptação rápida e fácil. Quem é que não se habitua a acordar com o sol nascente às seis e pouco da manhã? Ou jantar sentada no chão com um pôr-do-sol estrondoso? Isso, aliado a excelentes companhias, noites do melhor, tornaram aquilo que eu pensava que ia ser um tormento, nos melhores seis dias do meu verão. É estar aliada de alma e coração à natureza que nos rodeia e às amigas (odeio-as tanto) aranhas. Mas não, não há nada melhor que a água fria parar tirar o sal de um dia quente de praia, e acordar às gargalhadas com os vizinhos a gritaram com as visitas de seis patas (é que para além de nojentas entram nas tendas sem pedir!). E foi o melhor do Sudoeste para mim. Isso e os amigos Natiruts, que me surpreenderam daqui até à lua. Mas que bem. Para o ano há mais!

E é mesmo isto


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Venham mais 20, melhores ainda

É o tempo que passa sem darmos conta. São as coisas boas que surgem mesmo quando tudo à nossa volta parece o caos. É brilhar mais que toda a gente na noite que se aproxima, porque se é feliz. Muito feliz. É dar graças a Deus por tudo o que temos e que procuramos ter. Ser grato, ser feliz, contar com quem conta connosco. Dar um abraço forte, dar um beijo de despedida, dizer até já ou gostei muito de vos conhecer. É saber dar valor a um olhar escondido no meio da multidão. Dançar sozinha, abraçada, pôr os braços no ar porque temos tudo o que precisamos. Olhar para o céu e sorrir, olhar para o mar e sorrir, olhar para tudo e sorrir. Dar gargalhadas altas, sentir a água fria que cai sobre o corpo. Crescer, ver o mundo na palma da mão e agarrá-lo com força. Ainda são poucos, mas são bons. Ainda são só vinte, mas sabem a vinte mil. É tudo isto que se celebra. É o nascer, o crescer e o envelhecer. E eu gosto tanto assim.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Post it


Chegou

O melhor mês do ano. Por todas as razões e mais algumas. O Verão continua (sabe tão bem pensar que ainda tenho um mês inteirinho para aproveitar, depois de outros dois que foram excelentes), o festival mais aguardado está mesmo mesmo a chegar e... melhor, os vinte anos (vinte, vinte, vinte) estão perto de ser celebrados. Não podia estar mais feliz.