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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Como é que sobrevivi?

Ainda hoje não sei muito bem, mas as pessoas adaptam-se. Posso muito bem ser a princesa cá de casa num dia e, no outro, trocar a minha cama real por uma tenda real e acampar durante uns dias longe do mundo. Foi uma adaptação rápida e fácil. Quem é que não se habitua a acordar com o sol nascente às seis e pouco da manhã? Ou jantar sentada no chão com um pôr-do-sol estrondoso? Isso, aliado a excelentes companhias, noites do melhor, tornaram aquilo que eu pensava que ia ser um tormento, nos melhores seis dias do meu verão. É estar aliada de alma e coração à natureza que nos rodeia e às amigas (odeio-as tanto) aranhas. Mas não, não há nada melhor que a água fria parar tirar o sal de um dia quente de praia, e acordar às gargalhadas com os vizinhos a gritaram com as visitas de seis patas (é que para além de nojentas entram nas tendas sem pedir!). E foi o melhor do Sudoeste para mim. Isso e os amigos Natiruts, que me surpreenderam daqui até à lua. Mas que bem. Para o ano há mais!

domingo, 21 de julho de 2013

E foi desta

Depois de tanto esforço, tantas horas sem dormir, ao relento, ao frio, ao sol, a derreter, depois de tanto correr para conquistar um lugar numa bela de uma primeira fila de um festival, já posso dizer que consegui. Já estive mais perto do que algum dia poderia imaginar. E não há fotografia que recorde, ou vídeo que grave aquele momento. Estava a centímetros quando o grande Jared saltou do palco e veio para junto do público. Que noite. Até Outubro. Que venha outro excelente espectáculo. 

Yes, this is a fucking cult.

domingo, 10 de julho de 2011

What else?

Que posso dizer? Que o mundo dá mil e uma voltas em apenas 24 horas? Sim, dá. Então meu foi uma loucura. Desde um festival completamente arruinado, ao dia de anos da minha mãe que foi preenchido com a melhor prenda de todos os tempos (que hei-de apresentar-vos em breve).
O Jared... O Jared é sempre o Jared e tem o poder de me fazer esquecer as 12 horas que esperei por vê-lo, a quase um quilometro de distância, de me fazer esquecer a segunda fila, completamente destruida pelas voltas que aquele povo deu por motivos de segurança, fez-me esquecer as dores nas pernas e os escaldões nas costas, a fome, a sede e a vontade de ir a casa de banho. Estava disposta a ficar lá 24 horas em pé, naquela segunda fila para poder ter uma das experiências mais inesquecíveis. Mas não. O mundo dá mil e uma voltas e nada corre como planeamos. Já seria de prever. Mas que voltava a fazer tudo de novo, sim, voltava.
E a prenda chama-se Mia. É uma gatinha linda linda que tive o prazer de adoptar. Tem um mês e é um lutadora ;)