quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Please

Teach me gently how to breathe.


Sabem o que é?

Ter uma mala pequena, e cinquenta mil peças de roupa para meter lá dentro? É o que se está a passar agora, mas com a minha cabeça, porque quero lá meter mil e um conceitos que já não cabem, por muito que eu os dobre de várias maneiras e lhes dê voltas e os pendure em todo o lado para ver se também vêm comigo. Mas está difícil. Muito. É o que dá ter várias frequências numa semana e só ter 24 horas para estudar. E slides. Muitos slides...


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

E tenham uma boa noite

Eu cá despeço-me, capaz de comer os apontamentos das lindas teorias de Enfermagem que já não entram para a cabeça. Amanhã é um novo dia, logo se vê.



terça-feira, 15 de novembro de 2011

Hoje fui desencantar

Memórias recônditas do baile de finalistas do nono ano. Éramos três mulheres, duas gerações. E ainda hoje, tal como há quatro anos atrás, não havia razão alguma para a mãe ser a mãe e não ser outra irmã. Tenho uns genes maravilhosos que não me deixam envelhecer. Parecíamos amigas, numa festa, com vestidos coloridos, saltos altos e cabelos esticados, dificultando ainda mais a árdua tarefa de quem nos quer distinguir as idades. E a minha irmã, que parece ter menos 10 do que tem, ainda foi fazer um corte de cabelo extremamente jovem que lhe tira mais uns cinco... Adoro. Só comigo é que os cortes de cabelo não resultam.


Thank you...

Bom dia

De estudo


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Proibido pensar

Não, não posso mesmo. Se começo a dar voltas e voltas ao assunto na minha cabeça sou capaz de voltar para o décimo ano para um curso de humanidades (será que dá?). Perco demasiado tempo a tentar encontrar uma resposta para o típico what if? Sim, se eu não tivesse ido para ciências, para o curso que me dava maior abertura para o futuro e blá blá blá... se tivesse seguido o instinto e o sonho e percorrer os livros de história e de literatura, se tivesse lutado por um lugar na faculdade de comunicação social em Londres... será que estava onde queria? Bem sei que gosto de moléculas e doenças anatómicas e de mil outras coisas relacionadas com as ciências. Mas quando toda a nossa atenção numa aula de anatomia se vira para a vontade de chegar a casa e escrever, dar continuação ao conto que está a ganhar vida à velocidade da luz... O que é que uma pessoa pode pensar?
No meu caso, nada. Não posso pensar sequer. Tenho que me limitar a fazer de um sonho o plano secundário (soa tão mal, não soa?)...


sábado, 12 de novembro de 2011

Sabe tão bem

Cruzar-me com pessoas conhecidas na rua, que me dizem que amaram perdidamente o meu texto e que são as maiores fãs do meu trabalho. Então quando me incentivam a continuar e a lutar por muito mais, com a pergunta de hábito do o que é que estás a fazer em Enfermagem?? sinto-me a pessoa mais realizada do mundo, mesmo estando em 160º lugar no ranking.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Can i make it better


I find shelter, in this way

Under cover, hide away

Can you hear, when I say?

I have never felt this way

Queridos bloggers

Hoje, pela primeira vez, peço-vos um favor enorme, do fundo do coração!
Concorri recentemente ao concurso Conte Connosco do Santander Totta, com um texto e ficava-vos eternamente grata se pudessem contribuir com o vosso voto diário. Não custa nada e gastavam pouco mais de um minuto a tornar um sonho realidade.
A única coisa a fazer é entrar no link abaixo, curtir a página do Conte Connosco e VOTAR!





Muito obrigada a TODOS! E sempre que se lembrarem, votem e divulguem a mensagem, por 


favor!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ia eu toda lançada

Para me candidatar a um concurso de escrita... mas o site parece que não gosta de mim e diz sempre que o meu texto dá erro. Ora, eu que até acredito nestes sinais, não me quero conformar e não desisto até estar no top 20. Seja lá quando isso for...



É isto...

São bons, estes dias das oito às oito. E bem queridas estas horas de almoço para transcrever quilómetros de texto do Seeley para o computador ♥
Ah faculdade como me agradas...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

...

É que nem o querido do chá de verbena se mantém quente.

Há dias

Chegar a Leiria nem sei com que sorte e dar de caras com um sol esplendoroso não é todos os dias. É de aproveitar para por um vestidito no corpo e sair de casa. E depois, achando eu que isto por ser uma terra pequena tem tudo perto umas coisas das outras dei por mim a ir para casa, da faculdade, a pé, às 8h da noite. O belo do grau centígrado deve ter baixado ai uns 20 valores e cheguei a casa, qual conseguir por a chave na fechadura qual quê. Nem os lábios mexiam. E o cabelo? Que quando saiu de casa estava lindo e esticado e chega a casa com um volume descomunal e cheio de caracóis? Viva a humidade. E o pior ainda há-de estar para vir. Mal de mim que não sei ligar o aquecimento central desta casa...
E sim, toda a gente faz o favor de me chamar à atenção para os erros (graves) de ortografia que tenho escrito ultimamente (aparentemente o 19 a português deu-me cabo do ego de tal maneira que me dou ao luxo de escrever com erros e tudo)... Mas se me compreendessem! Chegar a casa quase as 21h já não é fácil só por si, quanto mais ainda ter que cozinhar e fazer uma sessão de estudo por uma hora e depois, só depois, poder deixar os dedos (congelados) escreverem umas palavritas. É natural que os erros surjam, sim?
E viva que as aulas amanhã só começam as 14h!
Boas noites

Começar a semana

A correr contra o tempo é bom!


Mas a verdade é que apanhei o expresso que queria.