quinta-feira, 7 de julho de 2011

De nós para nós

Um dia destes tive um jantar que me trouxe à memória muitos e bons momentos que tive o privilégio de viver com vocês. Passei toda a noite a conversar sobre muito daquilo que se passa hoje, no nosso presente, mas tive também a oportunidade de relembrar, cá para mim, dias e dias de sorrisos que hoje só encontro distorcidos e vagamente presentes (ou distantes, não sei bem).
E optei por fazer uma das coisas que mais gozo me dá: pegar nos milhões de dossiers com fotografias que a minha família foi coleccionando, e que hoje me preenchem muito com todo o carinho que nutro por todos.

(Sempre fui um bocadinho contra publicar fotografias pessoais que dessem oportunidade a todas e quaisquer gentes de cuscar a minha vida (mais que) privada, mas acabo de concluir que sou a pessoa mais orgulhosa naquilo que diz respeito ao pedaço mais precioso de mim, meus queridos amigos/familiares. E este post é para vocês.) Enjoy (desculpem a minha falta de paciência por ter digitalizado tão poucas ou se digitalizei precisamente aquelas em que os vossos penteados/roupas/caras são as melhores das melhores)






















"Sou grata porque por mais complicadas que as coisas fiquem, as amizades antigas podem ser reanimadas. Sou grata pelos novos relacionamentos que nos ajudam a perceber o quanto nos distanciamos de quem éramos e o quão próximo ficamos quando podemos ser nós mesmos."

Post it

é
Haters only hate the things they can’t get and the people they can’t be


Só tu

Para dares comigo em doida num dia e para me fazeres sorrir pela tua previsibilidade, no dia a seguir.
Obrigada


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Princess


Chamo-me Nala, sou a princesa cá de casa.



As fitas são as minhas brincadeiras preferidas...



Mas como já não sou nova, misturo a brincadeira com a vontade de dormir


Mas a minha dona provoca-me e não me deixa adormecer na carpete em que me faço confundir


Mas para lhe mostrar que estou cansada provoco-a eu para ela me deixar em paz


Mas ela acaba sempre por fazer de mim uma boneca de brincar


Então...


Finjo que adormeço e ela não é capaz de me acordar ;)

terça-feira, 5 de julho de 2011

Na memória


Não dava nada por este filme, limitei-me a fazer de acompanhante para arejar a cabeça... E não é que me surpreendeu? Bem fiel à clássica história de Bela e o Monstro, não podia vir mais ao reencontro daquilo com que nos deparamos todos os dias: amor.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ganhar

Ainda me lembro do dia em que, insegura, atravessei pela primeira vez as portas daquela escola. Nunca pensei que ia conhecer algumas das pessoas maravilhosas que conheci mas também não fazia ideia da quantidade de pessoas mentirosas, falsas e interesseiras que iriam cruzar o meu caminho. Não procurei as dificuldades que se interpuseram entre mim e os estudos mas fiz por encontrar todas as glórias e mais valias do meu esforço para conseguir superá-las. Nunca pensei perder o que perdi mas se perdi foi para ganhar algo bem maior. Também pensei que ia cair, demasiadas vezes, mas consegui ter força suficiente para me aguentar, mesmo quando não havia mãos para me ampararem. Nunca me imaginei na posição de cabra, mas foi o papel que melhor representei, pelo menos durante um ano, e acredito que ainda foi pouco, para algumas pessoas. E, ingénua, acreditava que, por poucas que fossem, havia pessoas que mereciam uma boa dose de confiança mas na realidade aquilo que se vê na Gossip Girl é o que se encontra em cada esquina de qualquer escola secundária. Também me enganei quando pensei que ia ter as notas que faziam justiça aquilo que o meu trabalho realmente valia, mas não. Mas também nunca imaginei que iria chorar por só ter conseguido ter 19 num teste. Aprendi que se há algo que desejamos de verdade, temos que lutar mais que arduamente para o conseguirmos, ninguém nos dá nada de bandeja. E eu vou entrar na faculdade não por todas as aulas de matemática em que só me apetecia dormir ou por todos os trabalhos de casa que deixei por fazer, mas por todos os fins de semana e finais de tarde em que abdiquei de um bom cinema com amigas para ficar agarrada aos livros. Muitas das vezes podia sentir que estava ali para agradar alguém mas tudo o que fazia era para o meu próprio benefício. Foram três anos de aprendizagens a vários níveis, uns mais importantes que outros, mas todos extremamente enriquecedores. E não os considero os três melhores anos da minha vida, talvez sim os mais importantes por representarem uma passagem, um estádio de evolução em que me dotei de capacidades completamente indispensáveis para vingar nos anos que se aproximam. E ainda hoje sei que o mais importante, de todas as matérias que não damos nas aulas, é que temos de confiar em tudo aquilo que somos capazes de fazer, sozinhos, sem contar com ajuda e suporte de terceiros. E nada tem melhor sabor do que os frutos por todo o nosso esforço. E "a faculdade é exactamente como o liceu, só que com livros mais caros" por isso é bom que se retire alguma lição daquilo que andamos pra lá a fazer. Eu concluí umas quantas coisas, e estou orgulhosa.
Hoje, a glória é mais que minha.

sábado, 2 de julho de 2011

Now what?

E quanto mais perto fica o dia em que tenho de escolher o meu futuro, mais dúvidas assolam a minha mente.
É preciso arriscar, ir para fora, mudar de vida. Mas e o resto? Tudo o que fica para trás? Ficará imutável até eu regressar?


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Artistas





O que é que se passa com as meninas da Gossip Girl?
Ao que parece esta última querida vai estar no Optimus Alive, dia 8 de Julho, que já está mais que marcado na minha agenda.

one day


Vou mudar-me para Londres, com a minha melhor amiga.

it sucks

Se doeu? Doeu. Magoou como nunca pensei que fosse magoar. Cá por casa dizem-me que ao longo da vida hei-de encontrar muitas situações em que tenho que optar pelo melhor rumo, pelo caminho que me traga mais benefícios. E dizem que isto não é desistir. É fazer uma escolha sensata que recai precisamente sob o meu afastamento das aulas de piano, para me  poder concentrar nos exames. E custa tanto.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Regressar

Depois de uma manhã terrivelmente cansativa, cheia de livros para cá e para lá consegui ainda conciliar um almoço com grandes amigos, uma tarde de estudo maravilhosa (tudo se torna melhor quando estudamos com amigas) e, depois de horas de explicação, um final de dia nas compras que, apesar de se terem mostrado pouco produtivas, serviram para aliviar o stress.
E agora, time to go to bed, para aproveitar a minha nova paixão: (acho que acabei de me render aos) livros de bolso... e estou a passar por uma fase em que nenhum dos muitos livros que aguardam, ainda por ler, na prateleira do meu quarto são dignos do meu horário nobre.
Por agora, na mesa de cabeceira, tenho


Gostei da capa, da sinopse, e do preço que sorriu logo para o cartão-oferta Fnac que recebi do concurso de fotografia.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Para hoje

Perfeito dia para abrir a janela de par em par, arrumar a secretária (minimamente) e afogar-me nos livros de matemática e biologia.


Até logo!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Liberdade

1. Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.
2. Condição do homem ou da nação que goza de liberdade.
3. Conjunto das ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão.
4. Fig. Ousadia.
5. Franqueza.
6. Licença.
7. Desassombro.
8. Demasiada familiaridade.

E não é que é desta?

Há (muitos) anos que aguardo o dia em que me vou desprender do meu (odiado) aparelho. Desde os 4 anos que me lembro de usar estas coisas e sim, passado um milénio, vou finalmente ver-me livre de tudo o que são arames e chatisses mensais.


Vivências

Há já algum tempo aprendi que pouca importância tem o ser o primeiro ou o melhor e mais exuberante. Na maior parte das vezes aprendemos a dar mais valor àqueles que estão presentes, em todos os bons momentos, a todos os que permanecem seja qual for o estado de espírito. Dou valor aos que nunca dizem adeus e que já quase fazem parte da família. Tomei consciência de que são esses os que fazem mais falta e não aqueles que se fingem grandes amigos, partilhando connosco mil e um mundos, mas sem nunca nos conhecerem de verdade. Esses fazem falta para que nos apercebamos da sua insignificância, apenas. Dou valor a pessoas que sabem (e querem) ser honestas comigo mas, acima de tudo, honestas com elas próprias. E, infelizmente, conheço poucas pessoas assim, que saibam dar valor ao que têm, acreditando que uma boa amizade pode ser a única coisa extremamente valiosa que poderão ter na vida. Pode ser que aprendam isso com o passar dos dias...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Vidas duplas

Nem todos os dias vamos ao encontro daquilo que realmente somos e daquilo que queremos mostrar aos outros. Fundimo-nos num misto de realidade e aparência, onde os estereótipos de uma sociedade nos mantêm presos. Queremos mostrar o que valemos, a importância que tem tudo aquilo que fazemos, para que todos possam ver mais fundo, bem para lá da máscara que fazemos o favor de erguer todos os dias.
E é disso que me tento desprender a cada dia que passa. Não fui feita para ser uma pessoa comedida. Gosto de falar para que todos compreendam, gosto de ser entendida.
E quero estar presente, acima de tudo. E eu sei que tu compreendes. Sei que percebes a minha posição neste momento e aquela em que eu gostava de estar. És a pessoa que melhor o sabe.

Tempo e espaço

Era uma coisa que me dava muito jeito ter, a dobrar. Tempo para tudo, para não deixar o meu plano de estudos ficar completamente atrasado (como já está), tempo para ver os milhões de filmes que me aguardam, tempo para poder ir à praia, relaxar, sem ter a minha consciência a falar demais na minha cabeça, tempo para dormir, porque isto de acordar as 7h30 não é nada nada justo. E espaço. Adorava não ter que continuar a partilhar o computador com uma mãe que agora não o larga e, sinceramente, amava que a minha secretária fosse três metros mais comprida. Preciso de espaço para escrever e ler sem que ninguém me perturbe. Só não sei onde.


Abençoado

Calor que me permite fugir das quatro paredes do meu quarto e pular para o jardim, para junto dos insectos e aranhas (ah! que amores) e mergulhar nas tão chatas matérias de décimo ano enquanto outros se banham na piscina.
Ainda assim dá para usufruir do bom tempo que tanta falta cá fazia e eis que surge o primeiro escaldão nas costas, tão inconveniente.


"Ainda há boas vidas"

Realizar

Ontem foi dia de largar as probabilidades e as biologias e saltar para o jardim, sujar as mãos de terra e plantar uma pequena árvore, com amor e dedicação. Foi dia para comer uma salada deliciosa e escolher a música de casamento para a minha irmã. E haverá algo melhor que relembrar as músicas originais da Disney e cantá-las tão alto que chateávamos toda a gente a nossa volta?
Não, não há nada melhor ;)



quarta-feira, 22 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Curiosamente

O que mais me acalma é ouvir estes aos altos berros


Quero

Ser uma pessoa calma. Fico sempre a perder com as ansiedades e com o ter expectativas demasiado altas.


Há muita coisa em jogo.

domingo, 19 de junho de 2011

De noite

Sou uma pessoa irremediável. Acabo sempre por retornar ao mesmo lugar inconcreto, do qual tento fugir constantemente, dada a sua ilusória consistência ou materialidade: os sonhos.
Mesmo depois da realidade da manhã irromper sobre eles, roubando-mos, teimam em continuar presos na minha consciência, transportando-me para um mundo onde os se's imperam.
O que me vale todo este desespero superficial e toda a tristeza por não ter surgido numa realidade diferente, são as facetas concretas e bem reais (ainda que distantes) com que me deparo a toda a hora.
Meaning: Vê lá se deixas de aparecer nos meus sonhos porque tenho exames para os quais tenho que estudar, concentradamente.